O CIPAX –Medicina Diagnóstica oferece serviços de diagnóstico, sempre procurando aliar precisão com rapidez e pontualidade.

Para informações adicionais, entre em contato conosco pelo SAC (12) 3203-0633, ou em uma de nossas unidades.

  • Anatomopatológico (Biópsia / Peças Cirúrgicas)

    O exame Anatomopatológico envolve o processamento da amostra enviada, tornando-a adequada para confecção de blocos de parafina, a partir dos quais finas fatias de amostra (secções micrométricas) serão obtidas, coradas e preparadas para análise microscópica.

    Tais amostras são normalmente retiradas através de excisão cirúrgica, seja essa por retirada de pequenas amostras teciduais (biópsias) ou de órgãos inteiros ou parciais (peça cirúrgica).

    A microscopia procura avaliar alterações na morfologia do tecido e células que compõem a amostra que, aliadas às informações clínico-laboratoriais resultam em um diagnóstico preciso que irá nortear a conduta cirúrgica e clínica.

    Eventualmente, utilizam-se métodos complementares que possam contribuir para a elucidação diagnóstica (ex: técnicas de Coloração Especial, estudo Imuno-histoquímicos, entre outros).

  • Assessoria Técnica

    À assessoria técnica do CIPAX – Medicina Diagnóstica compete prover o aconselhamento e o esclarecimento de dúvidas relacionadas ao serviço prestado. São exemplos de assessoria técnica: informações sobre fixação de materiais, acondicionamento de amostras, processamento de amostras ou informações que possam interferir na conduta clínica do paciente.

    A assessoria técnica é um serviço gratuito prestado pela equipe do CIPAX – Medicina Diagnóstica.

  • Avaliação de Infertilidade

    As Biópsias Testiculares são realizadas com objetivo principal de avaliar o grau de fertilidade do paciente. O exame microscópico de amostras testiculares corretamente fixadas provê uma grande quantidade de informações, suficientes para um diagnóstico preciso.

  • Captura Híbrida

    A Captura Híbrida consegue diagnosticar a presença de vírus mesmo antes de o paciente apresentar qualquer sintoma ou lesão. Hoje pode ser utilizada na detecção de infecções por papilomavírus humano (HPV), Chlamydia trachomatis (clamídia) e Neisseria gonorrhoeae (gonorréia).

    O resultado da Captura Híbrida pode direcionar a terapia do paciente já que fornece informações precisas quanto a aspectos dos vírus que podem influenciar no desenvolvimento da doença.

  • CISH - Hibridização in situ Cromogênica

    A Hibridização in situ Cromogênica, também conhecida pela sigla CISH, permite a detecção de amplificações, deleções, translocações cromossômicas, aneuploidias através de reações convencionais que podem ser visualizadas com a utilização de microscópios comuns.

    A técnica de CISH possui três importantes vantagens sobre a técnica de FISH:
    • As alterações genéticas podem ser detectadas em conjunto com observações de morfologia celular;
    • As reações podem ser visualizadas em microscópio ótico comum;
    • A marcação celular (realizada com DAB ao invés de fluorocromos) não se extingue com o tempo.

  • Citologia Cérvico-Vaginal em Meio Líquido

    A Citologia Cérvico-Vaginal em Meio Líquido , assim como a convencional, permite a avaliação de alterações morfológicas e teciduais de amostras obtidas por raspagem ou escovação da mucosa cérvico-vaginal através de sua observação microscópica.

    Este exame difere da metodologia convencional (também conhecida como Papanicolaou) devido à forma de armazenamento da amostra e variações no decorrer do procedimento técnico. Tais variações trazem vantagens para esta metodologia, possibilitando um diagnóstico mais eficaz e reduzindo a necessidade de novas coletas no caso da realização de metodologia complementar tais como Captura Híbrida.

  • Citologia de Líquidos

    O exame de Citologia de Líquidos corresponde à análise de líquidos coletados de cavidades assim como derrames (ex: líquor, líquito ascítico, derrame pleural, lavado brônquito, etc.). O material coletado é enviado ao laboratório, onde será submetido à preparação para leitura (preparação em lâmina, coloração e montagem). No caso da presença de elementos teciduais, pode o médico solicitar o processamento semelhante ao Anátomo-patológico, conhecido também como cellblok.

    A leitura microscópica desta lâmina, aliada à história clínica do paciente, provém informações importantes para a realização do diagnóstico final o qual irá auxiliar o médico no direcionamento da terapia do paciente, assim como pode ser de grande valia no acompanhamento da progressão da doença (prognóstico).

  • Citologia de Punção Aspirativa

    É uma técnica de coleta, realizada por médicos, que na maior parte das vezes não necessita internação hospitalar. É comumente indicada para avaliação de lesões císticas e/ou nodulares accessíveis por punção. A análise microscópica apresenta alta sensibilidade, sendo considerada um método seguro para diagnóstico, devendo ser correlacionada com os dados clínicos, de imagem e exames laboratoriais, quando indicados. Apresenta raros resultados falso-positivos/negativos.

  • Citometria de Fluxo

    A técnica de Citometria de Fluxo (CF) consiste em medir vários parâmetros enquanto uma solução de células se desloca através de um feixe de luz que é capturado e registrado por detectores e convertidos em sinais eletrônicos. Estes sinais por sua vez, são então digitalizados, armazenados e analisados pelo computador, e depois é impresso um histograma. Esta técnica permite a análise de 5.000 a 10.000 células por segundo. As características das células que podem ser analisadas por esse método são:

    1. Tamanho Celular,
    2. Granulosidade Citoplasmática,
    3. Viabilidade Celular,
    4. Ploidia de DNA,
    5. Frações de células na fase S, entre outras.

    As limitações deste método são o alto custo do aparelho e a necessidade de suspensão de um só tipo de célula. Esse tipo de análise tem um bom resultado quando se usa sangue ou outros líquidos. Entretanto, quando se trabalha com o tecido sólido há certos problemas que estão ainda sendo solucionados.

  • Colorações Especiais

    Conforme a suspeita clínica dos achados durante a avaliação histológica ou citológica das alterações celulares ou teciduais, pode-se aplicar métodos que ajudarão a se chegar ao diagnóstico, ou afastar hipóteses diagnósticas e, assim, orientar o clínico ou cirurgião em outras hipóteses. Todas as colorações especiais necessitam vir acompanhadas de um controle para avaliar a qualidade da coloração realizada. Através da coloração especial, juntamente com seu controle de qualidade, e mais as informações dos achados clínicos e epidemiológicos, laboratoriais e de imagem, o Patologista poderá elaborar um parecer sobre a moléstia.

  • Colpocitologia Hormonal Amostra Única

    A avaliação hormonal indireta de material coletado da mucosa genital feminina (mais especificamente a parede lateral média vaginal) é um elemento de grande valia para avaliação da função ovariana da paciente, independente de sua idade.

    A correlação dos achados microscópicos com os clínicos (idade, data do início da última menstruação e possível uso de medicamentos hormonais) contribui para o diagnóstico e, consequentemente, com a terapêutica da paciente.

    A análise hormonal de amostra única é comumente utilizada para avaliação da capacidade ovulatória, sendo assim, um método auxiliar, por exemplo, no auxílio a terapias hormonais (ex: terapia de crescimento) e disfunções ovarianas.

  • Colpocitologia Hormonal Seriada

    A avaliação hormonal indireta de material coletado da mucosa genital feminina (mais especificamente a parede lateral média vaginal) é um elemento de grande valia para avaliação da função ovariana da paciente, independente de sua idade.

    A correlação dos achados microscópicos com os clínicos (idade, data do início da última menstruação e possível uso de medicamentos hormonais) contribui para o diagnóstico e, consequentemente, para a terapêutica da paciente.

    A avaliação hormonal seriada é comumente utilizada no auxílio a tratamentos de fertilidade, possibilitando a detecção do período ovulatório.

  • Colpocitologia Oncótica

    Comumente utilizado para a prevenção do câncer de colo uterino, a Colpocitologia Oncótica corresponde à avaliação microscópica de material coletado da região genital feminina (vulva, vagina, corpo e colo de útero). A análise microscópica de células encontradas nessas regiões possibilita a detecção de lesões inflamatórias, pré-neoplásicas e neoplásicas, assim como a investigação de agentes infecciosos como Trichomonas vaginalis, Candida sp, Papilomavírus humano, entre outros. A coleta do material pode ser realizada por médicos e outros profissionais da saúde devidamente habilitados.

    A coleta de material das diferentes regiões do aparelho genital feminino assim como a presença de elementos celulares se torna indispensável para um correto diagnóstico.

  • Consulta Intra-Operatória

    A consulta durante o ato cirúrgico (Intra-operatória – Congelação durante o ato cirúrgico) consiste na avaliação, pelo médico Patologista, do tecido alterado e retirado do paciente pelo médico cirurgião. Sobre este material o Patologista emite um parecer que permitirá ao cirurgião escolher o melhor tratamento a ser instituído. Neste ato o Patologista pode ser solicitado para avaliar o tipo de lesão, as margens cirúrgicas, se o material é adequado para estudo posterior, entre outras. Quando, durante a cirurgia, não é possível chegar a um diagnóstico definitivo, o Patologista comunica ao cirurgião a necessidade de aguardar um procedimento mais adequado, não urgente, e a conveniência da aplicação de outras técnicas que ajudarão na definição exata da doença do paciente.

  • FISH - Hibridização in situ por Fluorescência

    A técnica de FISH (Hibridização in situ) é extremamente útil na detecção de alterações genéticas em tecidos. Possui utilização importante em três principais áreas: detecção de anormalidades genéticas, identificação de infecções virais e fenotipagem de tumores. Tais diagnósticos são extremamente úteis na conduta terapêutica, possibilitando aumento da eficácia desta.

  • Herceptest

    O Herceptest™ é um método Imuno-histoquímico semi-quantitativo para derterminação da superexpressão da proteína HER2 (oncoproteína c-erbB-2) em tecidos mamários neoplásicos. Aprovado pela FDA (Food and Drug Administration) dos Estados Unidos, tem como objetivo principal a seleção de pacientes com indicação para o uso do agente quimioterápico trastuzumab, produzido sob o nome de Herceptinâ.

    O Herceptest apresenta algumas vantagens sobre o método de Imuno-histoquímica convencional, dentre eles destaca-se a avaliação semi-quantitativa, baseada em critérios bem definidos, o que diminui a incidência da análise subjetiva do exame.

  • HIS - Hibridização in situ

    A técnica de HIS (Hibridização in situ) é um método particularmente útil para detecção de alterações genéticas em tecidos. Tem fundamental importância em três principais áreas: detecção de anormalidades genéticas, identificação de infecções virais e fenotipagem de tumores. Tais diagnósticos são extremamente úteis para conduta terapêutica, possibilitando aumento da eficácia desta.

  • Imuno-Histoquímica e Imuno-Citoquímica

    Este método permite detectar moléculas nos tecidos (Imuno-histoquímica) ou células (Imuno-citoquímica), chamadas de antígenos, utilizando-se um anticorpo, que pode ser visualizado aplicando-se diferentes métodos de revelação. É um método importante para diagnóstico na Patologia Cirúrgica e investigativa.

  • Imunofluorescência Direta e Indireta

    A Imunofluorescência direta é um método para localizar microscopicamente moléculas específicas (antígenos) em tecidos. Isto é possível através da utilização de anticorpos marcados com fluororócromos que combinam-se com antígenos-alvo e emitem luz detectável por microscópio especial com filtro específico (microscópio de fluorescência).

    É comumente realizado em material de biópsias de pele e rim, imersas em um meio de transporte apropriado fornecido pelo laboratório.

  • PCR - Reação em Cadeia da Polimerase

    O método do PCR permite a identificação da seqüência desejada de DNA/RNA através de sua ampliação. Apresenta alta sensibilidade e especificidade, e é utilizado principalmente na detecção de alterações gênicas que interferem no prognóstico de neoplasias. Este método também é usado para detecção de agentes infecciosos em casos sugestivos, cujos diagnósticos iniciais tenham apresentado resultado negativo (em casos suspeitos de infecção por microbactérias, cuja coloração especial de Ziehl-Nielssen seja negativa, por exemplo).

  • Revisão de Lâmina e Segunda Opinião

    A revisão de lâmina pode ser realizada quando da ocorrência de necessidade de re-avaliação ou comparação diagnóstica de amostras, ou novas informações clínicas são fornecidas, tendo sido o primeiro diagnóstico realizado pela nossa Unidade (revisão) ou por outros laboratórios (segunda opinião).

    A fim de complementar o diagnóstico, a revisão de lâminas pode eventualmente ser acompanhada de solicitação de Colorações Específicas, aplicáveis tanto para identificação de microorganismos como de estruturas celulares, que possam auxiliar na conclusão diagnóstica.

    A Revisão de Lâminas ou Segunda Opinião pode ser realizada através da preparação de lâminas a partir de amostras emblocadas em parafina ou, diretamente de lâminas anteriormente preparadas.